Celebremos!

Celebremos!

Deus é vida. Sempre existiu e sempre existirá. Pelo fato de ser vida, do nada criou o universo e todas as criaturas. E o criou para que pudéssemos viver em paz e harmonia uns com os outros. Mas o homem não cumpriu a ordem de Deus, cometendo o pecado original. Assim, Adão e Eva foram expulsos do jardim do Éden.

A violência, das grandes e pequenas cidades, estampada todos os dias nos telejornais, está se tornando um problema crônico na vida da população. A correria do dia a dia faz com que as pessoas se tornem indiferentes em meio a tantas injustiças e falta de amor para com o próximo.

Deus, pelo seu imenso amor, percebendo que o mundo maravilhoso criado por Ele estava em decadência e morte, interferiu novamente para trazer a paz e a vida. Para salvar a humanidade, elaborou um novo plano: mandou seu único filho, Jesus Cristo, concebido pelo Espírito Santo na virgem Maria, e feito homem para salvar esta humanidade perdida e condenada.

O encanto do Natal traz um brilho especial nos olhos de todas as pessoas. Bom seria se o Natal fosse todo dia. E isso até pode acontecer. Basta deixarmos a alegria do perdão invadir a nossa vida todos os dias, seja na família, no trabalho, na convivência com o próximo.

“Deus é a lei e o legislador do Universo.” A cada manhã Deus nos oferece o sol ou a chuva, a beleza da natureza está estampada na nossa frente para ser admirada por cada um de nós. Um mundo belo criado por Deus com muito amor para cada um de seus filhos.

Vivemos num mundo de estrelas brilhantes. Em tudo vemos estrelas: nas roupas, nos carros, diamantes… Mas muitas estrelas são falsas, são esperanças de papel que logo desaparecem. As estrelas foram criadas para mostrar a grandeza, o poder e a autoridade do nosso Deus criador.

Estamos a poucos dias do Natal. Que esta época sirva para reconhecermos que a verdadeira Paz só Cristo pode nos dar. Uma paz duradoura e gloriosa. Que esta paz possa habitar em seu coração durante todos os momentos da sua vida.

Há sempre dois caminhos a escolher: o caminho que traz alegria e felicidade, ou o caminho que nos leva à perdição, ao afastamento total da presença de Deus em nossa vida. Cada um tem o livre arbítrio de escolher. Que esta data sirva de reflexão sobre o maior sentimento que é o amor. Que este possa habitar generosamente em seu coração, assim como Jesus nos ensinou.

Celebremos este dia tão importante para a vida!

Texto adaptado da Cantata Natalina – Unidade Camaquã

Afinal, o Natal começa quando?

 A cada ano que passa me vejo mais saudosista. Isso até deve ser normal pra quem está se aproximando dos quarenta. Lembrar e valorizar em demasia algumas coisas e momentos do passado me faz gastar algumas horas pensando e refletindo. Sei que pensar e refletir faz bem!

Nestes últimos dias estou me detendo em analisar o tema do Natal. Sempre lembro como era demorado o tempo entre um Natal e outro. Era tão esperado o dia em que o “bom velhinho” trazia exatamente aquilo que eu estava precisando: uma camiseta, uma bermuda ou um chinelo novo. Como é bom ser criança e viver na esperança de que “ele” vem e nos traz algo.  Naquele tempo eu não sabia, mas hoje sei que em muitos lares e para muitas pessoas “o bom velhinho” não vem. Que triste realidade!

Mas a gente cresce! E algumas coisas começam a ocupar nosso pensamento, algumas fantasias vão embora, mas a gente continua pensando e refletindo. A mim ocorreu perguntar: Afinal, o Natal começa quando?

Algum tempo atrás era a igreja com seu calendário religioso que dizia quando começar a preparar o Natal. Era a partir do 1º domingo de Advento, no finalzinho do mês de novembro que os espaços domiciliares e as lojas começavam a mudar suas cores. Pinheiros naturais ou artificiais decorados com bolinhas coloridas nos faziam lembrar de que o Natal estava cada dia mais perto.

Andando pelas ruas da capital, tenho visto que agora quem anuncia o começo do Natal é o comércio, e a igreja, se quiser, que corra atrás. São decorações que estão expostas, importadas de diversos lugares do mundo, desde as mais caras vindas da Europa até as mais baratas “made in China”. O Natal comercial começou muito mais cedo. Nossos olhos já estão vendo o Natal ha vários dias. Eis o momento agora de permitirmos que o sentimento natalino comece a estar entre nós, em nossas mentes e corações, e de forma bem prática em nossas ações. O sentimento de humildade visto no casal Maria e José; o sentimento de valorização visto nos pastores de Belém; o sentimento de doação percebido nos Reis Magos e o sentimento de profunda alegria ouvido nas canções celestiais dos anjos devem nos servir de motivação. Que essas ações, ao acontecerem, sejam o anúncio de que… O NATAL CHEGOU!

“O anjo, porém, lhes disse: não temais, eis que vos trago boa nova de grande alegria, que será para todo o povo; é que hoje vos nasceu na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. Lucas 2:10,11

Prof. Everson Dummer

Celebração de Advento

CONVITE

A Faculdade de Tecnologia Pastor Dohms convida todos para uma celebração no dia 30 de novembro, às 19h15min, como forma de preparação para a Festa de Advento e para o Natal.

Local: Igreja Martin Luther.

Tempo de espera

Tempo de espera

Vários são os momentos de espera ao longo de uma vida. A primeira e a mais linda é o tempo de gravidez. É um tempo que necessita de muitos cuidados e também não está livre de ansiedade. Mesmo assim, essa espera é especial e incomparável com qualquer outra. As emoções da futura mãe são inigualáveis. Todo o seu corpo, o seu pensamento, os seus cuidados se voltam para o pequeno ser que cresce em seu ventre. E, durante o tempo de espera, muita coisa acontece. Os preparativos para a chegada do bebê vão envolvendo a família, os parentes, os amigos e os vizinhos. Embora ainda tão pequenino, esse novo ser vai contagiando a todos os que com a futura mãe esperam pelo seu nascimento. No próximo domingo, inicia a época de Advento, um tempo de espera e de preparação, em que recordamos o nascimento humilde do menino Jesus. A alegria pelo seu nascimento é, muitas vezes, ofuscada pela correria do fim de ano. Bem cedo, iniciam os preparativos da festa de Natal e das férias. Muitas são as preocupações nessa época. Estudantes, pais e mestres esperam que as expectativas cultivadas durante o ano se cumpram. As férias são esperadas como recompensa pelo esforço realizado ao longo do ano. As viagens são planejadas antes mesmo da chegada do Advento. Solenidades de formatura, encontros familiares e festas de encerramento do ano precisam ser agendados com muita antecedência, pois os espaços solenes e festivos se esgotam rapidamente. Diante dos inúmeros eventos, a ansiedade torna-se inevitável. Que nesta época de Advento a canção que Maria entoou ao visitar Isabel, sua prima, em gratidão pelo anúncio do nascimento de Jesus, possa contribuir para que a espera pela chegada do Natal possa ser um tempo vivido com bem menos ansiedade, mas com muito mais sensibilidade: A minha alma anuncia a grandeza do Senhor. O meu espírito está alegre por causa de Deus, o meu Salvador. (Lucas 1.47)

Prof. Valdemar Schultz

Indecisão

Indecisão

Havia um muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.
Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos aqueles que não servem a Deus.  Em cima do muro havia um jovem indeciso. Ele foi criado num lar cristão, mas agora estava em dúvida…Continuaria servindo a Deus, ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
            O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
            – Desce do muro agora. Vem pra cá!
            Já o grupo de Satanás não gritava nem dizia nada. Essa situação continuou por um bom tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
            – O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
            Surpreso, o jovem escutou Satanás tranqüilamente respondendo:
            – O muro é meu. Não existe meio termo.

Indecisão

Semana Luterana

Semana Luterana 2011: 24 a 28 de outubro. Durante esta semana acontecerão, no Dohms, muitas atividades alusivas à Reforma Luterana. No Tecnodohms haverá palestra e momento celebrativo no dia 27.

O que é a vida

O que é a vida

Num lindo dia de sol, por volta do meio-dia, houve grande silêncio na mata. Os passarinhos haviam escondido suas cabecinhas sob as asas, e tudo descansava. Foi quando o bem-te-vi espirou por entre as folhinhas da árvore e perguntou: “O que é a vida?”

Todos estavam admirados com essa pergunta difícil de responder. O bem-te-vi deixou seu galho, deu uma volta pelo campo e, voltando em seguida para o seu lugar, na sombra da árvore, descansou.

Uma roseira, à beira do caminho, estava nesse momento abrindo um pequeno botão. Desenrolando uma pétala após a outra, dizia: “A vida é desenvolvimento.”
A borboleta voava de uma flor à outra e, beliscando de sua doçura, disse: “A vida é só alegria e brilho.”

Por entre o gramado denso, uma formiga carregava uma haste, dez vezes mais longa do que ela própria. Então falou: “A vida não é mais do que trabalho e cansaço.”

Uma abelha, voltando de sua excursão pelo campo, carregadinha de néctar, observou: “A vida é um misto de trabalho e prazer.”

O tatu não pôde deixar de dar seu palpite: “A vida? A vida é uma luta no escuro.”

Quase teria dado briga entre os animais, se não tivesse começado a chover. E a chuva dizia: “A vida consiste em lágrimas, só lágrimas.”

E a chuva seguiu adiante para o mar. Ali as ondas se jogavam com toda a força contra as rochas e gemiam: “A vida é uma luta constante e sem êxito por liberdade.”

Muito alto no céu uma águia perfazia círculos majestosos e, sorrindo, disse: “A vida é um esforço para subir cada vez mais alto.”

A bomba enferrujada

A bomba enferrujada

            Contam que certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casucha velha, uma cabana desmoronando, sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Ao olhar ao redor, viu uma bomba a cinco metros de distância, uma velha bomba de água, bem enferrujada.

            Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás. Foi aí que notou que ao seu lado havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia: “Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. Observação: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir”!

            O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas, se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda a água que quisesse. Ou talvez não.

            Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a água fresca, fria, ou beber da velha garrafa e desprezar a mensagem? Deveria perder toda aquela água, na esperança de conseguir mais a partir daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabe quando?

             Com relutância o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear, e a bomba pôs-se a ranger e a chiar sem fim. E nada aconteceu. E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água, depois um pequeno fluxo e, finalmente, a água jorrou em abundância. Para grande alívio do homem, a velha bomba fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela, ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.

Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota: “Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta”!

A certeza da riqueza

A CERTEZA DA RIQUEZA

Um jovem estava conversando com um homem idoso. O assunto era riquezas. O velho perguntou ao moço: Quando um homem se torna suficientemente rico? O moço respondeu: Quando ele tiver um milhão de dólares. O velho disse: Não!

            O diálogo continuou: Dois milhões? Não! Dez milhões? Não! Cem milhões? O jovem pensou que, com essa quantia, encerraria a questão. Mas o idoso, muito sábio, insistiu:  Não! O moço, então, desistiu e pediu que lhe dissesse quanto seria necessário para uma pessoa ser suficientemente rica. O sábio prontamente respondeu: Quando ele tiver um pouco mais do que já tem! Ou seja: Nunca!
            O mundo oferece muitas coisas aos incautos. Estes, seduzidos, enveredam por caminhos que julgam serem os da felicidade. Mas ela não chega nunca. Aliás, nunca chegará. Cada objetivo alcançado exige algo mais. E, quanto mais metas, alcançam, mais metas ainda precisam ser alcançadas. Nunca estão e nunca estarão satisfeitos.
            A riqueza de Deus é sentida tanto quando temos pouco, quanto quando temos muito. Não importa a quantidade. A presença  do Senhor nos torna suficientemente felizes. Se eu tenho pouco, sei que Deus me abençoará, e o pouco  será suficiente para alegrar meu coração. Se tenho muito, sinto-me especialmente abençoado e sei que poderei compartilhar a minha bênção com muitos outros.
            Não almeje riquezas incertas. Você será sempre rico quando estiver satisfeito com o que Deus lhe dá.

                Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a sua esperança na incerteza  das riquezas. Mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos (1 Timóteo 6.17).